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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

O Bom e o Mal



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aaaaaaaaaaaaaaaaaa
Uma pequena colher de sal numa xícara de café. Beba: é salgado!
Uma pequena colher de sal numa imensa e grande fonte de água cristalina.
Beba: que doce, que saudável!
Assim são as pessoas.
Umas se apegam no sal da pequena xícara, sentem o gosto salgado da vida.
Outras se apegam nas águas cristalinas da fonte, sentem o gosto doce da vida.
O gosto salgado da vida é para quem se apega nele, porque salgada é a pessoa.
O gosto saudável da vida é para quem se apega nele, porque doce é a pessoa.
O negativo e o positivo. O bem e o mal.
O positivo quer o bem de si mesmo, o negativo, o mal de si mesmo.
O positivo procura sempre encontrar o bem em tudo que lhe cerca e acontece, devido à sua natureza de bom.
O mal procura encontrar o mal em tudo, devido à sua natureza de mau.
O bom tem a sua natureza voltada para cima, sua visão é ampla, não se confina, é livre.
O mau tem a sua natureza voltada para baixo, sua visão é diminuta, confinada, é encarcerado pelo mal que alimenta em si mesmo.
O bom encara as mesquinharias da vida com indiferença, é superior ao sofrimento, à dor, à ignorância.
O mau encara as mesquinharias com relevância, é inferior em tudo, faz do sofrimento, da dor e da ignorância sua bandeira, seu guia.
O bom dá importância ao que tem importância, valor ao que tem valor.
O mau dá importância ao que importância não tem; valor, ao que valor nenhum tem.
Por isso, está aí a CULTURA RACIONAL, para todos aqueles que valorizam tudo que é de bom e de bem.
E o prato é sortido, tem bons e tem maus.
E revivem os bons e, não os maus.O tempo é pouco para se conhecer e saber bem viver.
Desliguemo-nos das ocorrências trágicas da fase de liquidação, elas são para lapidação dos que não se importam com o que é de importância.
Voltemos nossos olhos para a fonte frondosa de águas cristalinas e, não, para o confinamento de porção de água salgada na pequenez de uma xícara.
Libertemo-nos do pensamento confinador!
Chega de apego ao cárcere!
Abracemos o raciocínio!
Nos Livros UNIVERSO EM DESENCANTO!

* Texto escrito pela minha amiga Nágea Luiza Batista, postado originalmente no Blog http://origemverdadeira.blogspot.com/



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sexta-feira, 4 de abril de 2008

-:-:- As Aparências -:-:-:

Aparências não são verdades. E por terem feito das aparências a verdade, é a causa da desarmonia e do cáos que impera nos quatro cantos do mundo. (Mensagem do RACIONAL SUPERIOR, do 2º volume da Réplica do Livro Universo em Desencanto).
Música de fundo: Tema do filme "Carruagens de fogo". Execução: Chromatic harmonica/64: Marcelo Batista (or marcelobatista1 or tisbamar)
Harmony: midi
Site: www.marcelobatista.gaitanet.com
LUTHIER from HERING HARMONICAS
See marcelobatista, too, in www.myspace.com/marcelobatista and www.myspace.com/cordasharmonicas
COUNTRY:Brazil City:Belo Horizonte MG

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

APARÊNCIAS & VAIDADE...








" E assim, é como estão vendo, todos sofrem por causa de quê?
Por causa das aparências.
Sendo as aparências, a causa das ruínas de todos.

Mas o pensamento assim fez e criou para lapidar todos o mais depressa possível,
por o sofrimento ser o maior mestre lapidador.

Quanto mais sofrido, mais lapidado.
Quanto menos sofrido, mais embrutecido.


Então o pensamento formou e criou todo esse estado lapidador, do animal que sempre viveu mal,
por ser animal,
mas aparentando sempre bem.


Da aparência nasceu a vergonha.


"_Ah! Eu tenho vergonha de andar assim, tenho vergonha de andar assado, tenho vergonha de ir acolá assim."


Das aparências, nasceu a vergonha.
Da vergonha, nasceu a vaidade.
Da vaidade, nasceu a ambição.

Da ambição, nasceu a inveja, nasceu o despeito, nasceu a prosa, nasceu a arrogância, nasceram todas as ruínas culminando para a destruição de todos, para a lapidação de todos.

Nasceu o ciúme, nasceu a cobiça, nasceram os crimes de toda ordem, devido a ganância e a ambição, para aparentarem o que não são.

Tudo isso, formação do pensamento para lapidação de todos, o mais depressa possível.

Está aí uma das causas de serem assim como são, que não sabiam o porquê que asim são.

E por isso, nas aparências, estão o conjunto de ruínas reunidas para lapidação e destrição dos seres.

A inveja, todos querendo imitar uns aos outros em tudo.

Todos querendo ser grandes, todos despeitados em ser pequenos, se achando humilhados por ser pequeno.

E daí, as confusões reinantes sem cessar.

Se é pequeno quer ser grande.

Se é grande, quer ser maior ainda, e quanto mais tem, mais quer, e todos assim insaciáveis em tudo e o desequilíbrio destruindo tudo."










UNIVERSO EM DESENCANTO
vol." 24º Histórico"
págs. 32/33




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QUEM VÊ CARA NÃO VÊ CORAÇÃO...



" Numa deformação tudo é diferente.
E de forma que as aparências enganam muito.
É preciso que a pessoa conheça a vida e a natureza para não se deixar levar por coisa alguma, pelas primeiras impressões.
As aparências iludem, porque tem pessoas que têm duas, três personalidades. (...)
E é por isso que todos têm que conhecer a natureza, para não se iludir, não se impressionar, nem se deixar levar pelas aparências.
Porque o ruim sabe se apresentar, porque tudo isto é da deformação natural desta natureza degenerada.
As flores são todas diferentes.
E assim são as criaturas, todas são diferentes. (...)
De forma que ninguém pode julgar ninguém por si mesmo e os defeitos de todos estão sempre escondidos, estão sempre ocultos no íntimo.
E de forma que ninguém deva se iludir com ninguém.
É um perigo.
Mas a pessoa, depois do raciocínio desenvolvido e se ligar ao MUNDO RACIONAL, está livre desses corsários. (...)
E é por isso que existem os inimigos gratuitos.
Pessoas venenosas, como um vegetal qualquer, e que odeia todos que conhece e que não conhece, porque o veneno, a pessoa venenosa, é contra todos e é contra tudo, é veneno puro.
E assim, existem criaturas que às vezes com linda aparência, às vezes criaturas lindíssimas, e são desta natureza: veneno puro.(...)
E é por isso que a humanidade chegou a um ponto de ninguém confiar mais em ninguém, de todos viverem desconfiados uns com os outros.(...)
Então, passou a humanidade a não ter mais confiança em ninguém, a não ser quando conhecem profundamente.
Aí é outro caso, conhecem a personalidade e o sentimento e o respeito e o procedimento da pessoa.
Mas, do contrário, a vida levou todos a essas condições: confiando e desconfiando, por ver o procedimento de muitos, pela frente ser uma coisa e por trás outra.(...)
E por causa disso, o que se deu no mundo inteiro?
O desequilíbrio.
Sumiu a vergonha, sumiu o caráter. E daí, o ser humano se desprestigiou dessa forma, que chegou a esse ponto de ninguém ter confiança em ninguém.
O mundo provou, a vida provou o desequilíbrio da personalidade.
E daí, a desvalorização do ser humano, por a palavra cair no ridículo.
(...)
E assim, o descrédito e a desconfiança.(...)

Tornou-se dessa forma a vida sem compostura.

Se tornou a vida dessa forma antipática.
Todos se tornando antipáticos, por ninguém ter confiança em ninguém..
Então aí, surgiu a antipatia.
E assim, se a vida já não era boa, muito pior se tornou, porque o respeito a tudo e a todos,
o respeito evaporou da mentalidade.
E isso levou todos a humanidade à descompreensão e ao desentendimento.(...)
Então, quem conhece a vida, dá o desconto a tudo, porque não adianta ir contra a natureza de ninguém.
Se o bicho é veneno, é veneno puro, não adianta ir contra o veneno.(...)
E quem conhece a natureza tem que compreender todos, entender todos e procurar viver bem com todos, porque tudo é fator natural da natureza.
A desigualdade imperando sobre tudo e sobre todos e, por isso, todos são diferentes.
Não existe ninguém igual e tudo é diferente - fator natural da natureza.
Tem o vegetal bom, que é o remédio que cura e tem o vegetal venenoso, que é o veneno que mata.
A natureza é de dois extremos e todos os seres são assim.
Então, é preciso terem bom senso, um ótimo equilíbrio e ter a percepção do que são os feitos dessa deformação genética, desse descontrole e malabarismo natural da natureza, que ninguém tem culpa de ser como é.(...)
Fator da razão de ser assim, dessa ou daquela forma, é um fator natural da natureza, a razão de tudo e de todos serem como são.(...)
Está aí um pedacinho :" Quem és tu que a ilusão era tanta, incapaz de definir o teu "eu"?



UNIVERSO EM DESENCANTO
vol." 2º Tréplica"
págs. 109 a 117





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quinta-feira, 16 de agosto de 2007

POR FORA BELA VIOLA, POR DENTRO ....

" Nesse mundo de embusteirismo, ninguém quer ser ruim,
todos querem ser bons, finos e puros, mas não passam de arrogantes,
presunçosos e orgulhosos."

UNIVERSO EM DESENCANTO

vol."AMARELO - RACIONAL SUPERIOR"

pág. 286



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sábado, 28 de abril de 2007

Autoengano


" Aparência é mentir para si mesmo"

UNIVERSO EM DESENCANTO - vol. "9° Tréplica"- pág. 60



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Quem sou eu

Minha foto
Curiosa, desde pequena sempre quis saber quem sou de verdade. O fim do arco-íris no fundo de meus olhos... E encontrei! Estou em pleno processo de emancipação, aprendendo a voar ainda que em um corpo perene. Estudante da Cultura Racional e dos livros Universo em Desencanto desde 1995. DESENVOLVENDO O RACIOCÍNIO. Em ponto de ebulição e sublimação!! Sorrir gratuitamente é puro prazer... Salve :D
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